segunda-feira, 29 de fevereiro de 2016

Março, com amor


E amanhã começa um mês importante. O mês que marca o primeiro trimestre do ano, os primeiros raios de sol, o cheirinho a dias melhores, os primeiros dias de primavera, o chilrear das andorinhas, a páscoa, que junta a família e comida boa à mesa, o aniversário de uma pessoa particularmente especial e essencial na minha vida e, curiosamente, o meu também. Além disto, prevejo bons copos de vinho, muitos brindes, boas companhias, noites aleatoriamente felizes e dias plenos de coisas boas, surpresas e muito amor.
Assim seja!

Sonhos infinitos, por favor


A vida vai andando. Vai ganhando asas e voa. Passa a correr. Passa tão depressa que quando dou por mim já são horas de deitar, o dia já passou. Depois, há todo um dia novo para viver e quando volto a dar por mim estou nos dezoito, depois nos trinta e seis, e o mais provável é a vida passar cada vez mais depressa. E sabem lá o quanto isto me assusta!
Dentro de mim tenho sonhos, conquistas, falhanços e felicidade. Tanta felicidade! Até agora, não sei se vivi bem ou mal, mas fui vivendo, fiz o que pude. Aquilo que não pude, guardei para um dia mais tarde, ou transformei noutra qualquer possibilidade - sempre fui muito desenrascada, não há nada que me atrapalhe. A criatividade também ajuda muito, e a imaginação leva-me um bocadinho mais alto. Sonhar ainda não custa nada e é disso que me sustento todos os dias: um bocadinho ao acordar, outro bocadinho ao deitar e, por vezes, aleatoriamente a cada 15 minutos do dia.
Eu não sei o que há guardado naquele cantinho do universo que diz "Francisca", mas eu espero que tenha lá coisas boas, muito boas à espera de acontecerem. Entretanto, na possibilidade de nunca acontecerem, eu aqui vou fazendo os possíveis para que aconteçam.
E oxalá o sonho nunca acabe e tudo corra bem. 

quinta-feira, 25 de fevereiro de 2016

Fran, renovada.


Depois de muitos anos a escrever à toa e a guardar cada mensagem como se fosse um caso de vida ou morte, a mudança bateu-me à porta. Sou um turbilhão de mudanças a viver num ano de mudança e, por isso, preciso de constantemente mudar. 
Esta é uma mudança importante. O que é passado, ficou lá. A tempo inteiro. E é bom, sabe bem! Respirar fica mais fácil e sorrir torna-se mais natural. Automático.
Aquilo que pensei, senti, vivi e escrevi faz parte de mim para sempre, só que entretanto as circunstâncias mudaram e a vida por si só também. Acho que é natural. Então eu não preciso mais do passado para viver, nem de nada do que lá deixei. Porquê? Que fácil! 
Agora eu tenho muito mais e melhor do que tinha, e isto é tão verdade, e é tão bom ter esta noção. Cresci e relativizei tudo, tudo mesmo. Aprendi muito. Renovei pensamentos, teorias, bocas baratas e mesquinhices. Aprendi que eu sou mais importante, mas mesmo assim, no círculo do meu ego em crescimento e egocentrista, existe um espaço gigante para amar os meus. Os verdadeiros. Aqueles que dão palmadinhas nas costas, daquelas a sério, enquanto nos esmagam de amor.
E tenho ainda tanto para aprender.
Que bom!

Fran